21/08/2026

Faiston estrutura oferta de internet via satélite LEO como serviço gerenciado para empresas

Modelo reúne equipamentos, assinatura Starlink e suporte especializado em mensalidade única, voltado a operações em áreas sem cobertura terrestre e a projetos de redundância de rede 

 

A Faiston, provedora brasileira de serviços gerenciados de TI, anuncia a estruturação de sua oferta de conectividade via satélite de órbita baixa (LEO, na sigla em inglês) no formato de serviço gerenciado. O modelo integra os equipamentos, a assinatura da Starlink e o suporte técnico em uma mensalidade única, no regime conhecido como Hardware as a Service, que converte o investimento inicial em infraestrutura em despesa operacional previsível. 

"O desafio que identificamos nas empresas não era a falta de sinal, e sim a complexidade de operar essa tecnologia em escala profissional. Uma antena em um sítio e 200 terminais espalhados por canteiros, fazendas e embarcações são problemas de natureza distinta", afirma Marcelo Nascimento, COO da Faiston. "Em ambiente corporativo, a conectividade precisa ser inventariada, monitorada, integrada à rede da companhia e às políticas de cibersegurança, com acordo de nível de serviço e suporte em campo. É esse trabalho que assumimos para o cliente." 

Segundo o Indicador de Conectividade Rural, estudo da associação ConectarAGRO desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Viçosa, a cobertura 4G ou 5G nas áreas agrícolas do país passou de 18,7% para 33,9% na comparação entre as duas edições mais recentes do levantamento, o que ainda deixa cerca de dois terços da área produtiva nacional sem rede móvel adequada. Dados da Anatel de março de 2026 indicam que a Starlink já soma cerca de 700 mil acessos no Brasil, com presença concentrada em setores como agronegócio, mineração e logística. 

O serviço ofertado pela Faiston contempla instalação, logística de equipamentos, monitoramento proativo e atendimento presencial. A empresa também conta com equipe de mais de 300 colaboradores e rede de 5.500 parceiros homologados, com capacidade de atendimento em todos os estados brasileiros, incluindo localidades nas quais as operadoras tradicionais não mantêm estrutura própria, como plataformas marítimas, frentes de lavra e usinas de energia. 

Entre os segmentos atendidos estão o agronegócio, com viabilização de agricultura de precisão e telemetria em áreas remotas, a mineração e a construção, com conexão de frentes de trabalho isoladas, o setor marítimo e de logística, com rastreamento de ativos em rota, e o setor de energia, com monitoramento de subestações e infraestruturas críticas. 

Para empresas em áreas urbanas, a companhia posiciona a tecnologia LEO como camada de redundância. O relatório Annual Outage Analysis 2025, do Uptime Institute, aponta que falhas de TI e de rede responderam por 23% das interrupções de maior impacto registradas no período analisado, movimento associado à dependência crescente de nuvem e provedores terceiros. Por não compartilhar dutos, postes nem centrais com o acesso principal, o link via satélite oferece um caminho fisicamente independente da infraestrutura terrestre para cenários de contingência. 

"A órbita baixa não veio substituir a fibra ou o 5G, e sim complementá-los nos pontos em que eles não chegam ou falham. Nosso papel é garantir que essa camada funcione como parte da rede corporativa, com a mesma governança do restante do ambiente de TI", completa Nascimento. 

 

Sobre a Faiston 

Fundada em 2001, e com um novo posicionamento de mercado desde 2021, a Faiston é uma integradora de serviços e soluções de Inteligência Artificial 100% nacional. Com sede em São Paulo, a empresa conta com mais de 300 funcionários e 5.500 parceiros de tecnologia em todo o Brasil. Para saber mais, acesse: https://faiston.com 


Legenda: Marcelo Nascimento, COO da Faiston
Créditos: Arquivo/Reprodução